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Servidores de Castilho realizam protesto contra absurdo aumento dos vereadores, e 1% para classe


Castilho- A recente aprovação de projeto de lei pela Câmara Municipal de Castilho que autorizou a reposição salarial do Prefeito, para a próxima legislatura, que irá passar de R$ 18.572,84 para R$ 20.000,00, reajuste de 7,68%, Vice- Prefeito R$ 5,446,73 para 7.500,00, reajuste de 37,2%, e dos próprios vereadores que eleva de R$ 5.150,00 para 7.500,00, aumento de 45,65% em seus respectivos vencimentos mensais, e de apenas 1% para todo o funcionalismo público, continua causando uma enorme repercussão no município, e região.

Dos 11 vereadores apenas, Flávio José do Nascimento (DEM), e Juliana Ferreira de Souza (PSDB), votaram contra o projeto do aumento salarial, que encaminhado ao prefeito Joni Marcos Buzachero (PSDB) acabou sendo vetado. Neste caso o presidente do legislativo, Wagner de Souza Oliveira (PV), alega que o regimento interno, lhe permite votar somente em caso de empate.

Mesmo com a enorme indignação e revolta de grande parte dos moradores castilhenses; em sessão extraordinária os mesmos vereadores, mantiveram o voto anterior e derrubaram o veto do prefeito, ou seja, os salários aprovados anteriormente foram mantidos, pelos nobres edis. 


Nesta última votação o Vereador José Carlos Mota (PR), voltou atrás e desta vez, votou a favor do veto do prefeito, já Flávio Nascimento (DEM), porém esteve ausente, e a vereadora Juliana (PSDB) se manteve firme com sua opinião e novamente votou contra o disparate, ou seja, votou a favor do veto do prefeito.

O fato é que este aumento como já foi dito, continua “dando panos pra mangas”, já que na noite desta quarta- feira,  um grupo de servidores do setor de educação do município, realizaram um protesto na praça da matriz, trajados de preto, com nariz de palhaço, faixas, e cartazes com os seguintes dizeres- “O aumento pode ser legal, mas completamente imoral”,” O povo não é palhaço” e 1% é um descaso”, “45% para legislar em causa própria?“, “ Vereador não é profissão 1% também está bom!“, “Cargo político não é profissão” entre outros.

Alguns protestantes que falaram ao microfone discordaram totalmente da atitude dos parlamentares e externaram a vergonha que sentem da atual política brasileira e da própria cidade, e prometeram encaminhar uma ação popular, com assinaturas para a promotoria pública denunciando o que eles classificam como uma tremenda imoralidade.

“É um absurdo vereador ganhar esse salário em meio à crise que o país e nosso município atravessam, principalmente com as notícias destes últimos anos de queda de arrecadação, cortes em bolsas de estudos, transportes escolares, arrochos salariais e falta de valorização para o funcionalismo público”. Destacou uma das protestantes a nossa reportagem.

“Vereador não é profissão, além do mais, eles fazem pouco pela nossa cidade, e só pensam em si próprios, deveriam ter, no mínimo, respeito com aqueles trabalhadores que custam sustentar a família”, disse outro protestante.

Ao fim do protesto todos caminharam juntos por alguns metros no entorno da praça, entoando repetidamente “Vereador não é profissão, 1% é humilhação”.

A Polícia Militar acompanhou a movimentação no local, que encerrou da mesma forma que iniciou de forma pacífica.


Fonte | Imagens | Castilho Verdade
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Autor Guararapes Sorriso News

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